Paraíso para quem ama cerveja, história e cultura: afinal, o que fazer em Berlim? Estamos falando de uma das minhas capitais preferidas e, ao se deparar com a variedade de atividades que podem ser feitas na cidade, é fácil entender o porquê.
O mais incrível em Berlim é que você pode ir a um museu e, na sequência, emendar com um passeio de barco no rio. Ou, quem sabe, aproveitar a tarde em um jardim degustando cervejas.
Quer saber mais sobre Berlim? Confira tudo no artigo a seguir!
- QUANTOS DIAS FICAR EM BERLIM
- ONDE SE HOSPEDAR EM BERLIM
- O QUE FAZER EM BERLIM: 15 ATRAÇÕES IMPERDÍVEIS NA CAPITAL ALEMÃ
- Portão de Brandemburgo
- Parlamento Alemão (Reichstag)
- Memorial do Holocausto
- Topografia do Terror
- Alexanderplatz e Torre de TV
- Ilha dos Museus
- Catedral de Berlim (Berliner Dom)
- DDR Museum
- East Side Gallery
- Memorial do Muro de Berlim (Bernauer Straße)
- Potsdamer Platz
- Checkpoint Charlie
- Prater Biergarten
- Bairro Judeu
- Tiergarten
- COMO SE LOCOMOVER EM BERLIM?
- POR QUE VISITAR BERLIM?
QUANTOS DIAS FICAR EM BERLIM
Para conhecer os principais pontos turísticos de Berlim sem correria, o ideal é reservar pelo menos 3 dias inteiros. Esse tempo já garante uma boa visão da cidade, passando pelos marcos históricos mais famosos e aproveitando um pouco do clima local.
Se puder ficar 4 ou 5 dias, melhor ainda! Assim você consegue explorar com mais calma, visitar alguns dos museus mais importantes, conhecer bairros alternativos e até se aventurar em regiões fora do centro, como o Palácio de Charlottenburg. Com um tempinho extra, também dá para incluir bate-voltas imperdíveis, como Potsdam ou até mesmo Dresden.
ONDE SE HOSPEDAR EM BERLIM

Foto: Getty Images
Se a ideia é aproveitar ao máximo o que fazer em Berlim, a melhor escolha é se hospedar no Mitte (Centro). Essa região concentra boa parte das atrações turísticas e ainda oferece transporte prático para qualquer ponto da cidade. Ficar perto da Alexanderplatz, da avenida Unter den Linden ou do Hackescher Markt facilita muito os deslocamentos e passeios.
Quem busca opções mais econômicas e autênticas, pode considerar os bairros vizinhos ao centro.
O Tiergarten, além de abrigar o maior e mais famoso parque de Berlim, conta com bons hotéis e infraestrutura completa, principalmente nas imediações da Potsdamer Platz. A dica é garantir que sua hospedagem fique próxima a uma estação de metrô ou trem urbano, para não perder tempo desnecessário com deslocamentos.
Já o Kreuzberg é uma escolha perfeita para quem quer viver o lado mais alternativo de Berlim. Multicultural, jovem e descolado, o bairro tem uma forte cena underground e vida noturna animada — mas, de novo, a dica é ficar perto do metrô ou trem para circular sem complicações.
Se a ideia for explorar outras regiões da cidade, vale dar uma olhada no nosso guia completo de onde ficar em Berlim, onde também incluímos sugestões em áreas como Charlottenburg e Friedrichshain.
A seguir, você encontra uma seleção de hotéis bem localizados no Mitte para facilitar sua escolha:
Econômico
Bom custo-benefício
Conforto
|
O QUE FAZER EM BERLIM: 15 ATRAÇÕES IMPERDÍVEIS NA CAPITAL ALEMÃ
Uma boa dica para quem se interessa pela história de Berlim e da II Guerra Mundial, é começar o seu roteiro com um Free Walking Tour passando pelos monumentos mais importantes da cidade. Em pouco mais de 3 horas você terá um compilado de informações riquíssimas que te ajudarão a despertar o olhar para as atrações que você verá mais com calma na sequência.
Independentemente da realização do tour, nas dicas a seguir você verá sugestões de atrações e atividades que poderão ser feitas a depender das suas prioridades e do tempo na cidade.
As opções agradam não só quem é fã de história – já que o que não falta em Berlim são monumentos e museus -, mas também quem prefere aproveitar o tempo ao ar livre.
Confira tudo nos tópicos abaixo e veja o que combina mais com o seu estilo de viagem!
Leia também:
Portão de Brandemburgo

Foto: Getty Images
Vamos começar por esse monumento de passagem obrigatória em Berlim: o Portão de Brandemburgo.
A principal porta da cidade, que foi bastante danificada durante a II Guerra Mundial e reconstruída mais tarde, ganhou ainda mais importância após a Guerra Fria.
Com a construção do Muro de Berlim, em 1961, o portão ficou por quase 30 anos isolado entre a parte oriental e a ocidental da cidade. Com a queda do muro, tornou-se símbolo da reunificação do país e, até hoje, é celebrado dessa forma.
Além da beleza e importância do monumento, o que eu gosto ao visitá-lo é que a localização também é privilegiada.
Portanto, ao visitar o Portão de Brandemburgo, você já estará ao lado de muitas outras atrações. A minha dica, aliás, é começar o roteiro por ele, assim você poderá aproveitar uma manhã ou tarde inteira pela região.
Parlamento Alemão (Reichstag)

Foto: Getty Images
Ao falar de uma cidade com tanta história, uma visita ao Parlamento não pode ficar de fora da lista do que fazer em Berlim. E o bônus é que ele fica logo ao lado do Portão de Brandemburgo.
Além da importância política, o prédio do Parlamento encanta pela arquitetura, com a sua imponente cúpula de vidro. Inclusive, você sabia que é possível visitar a cúpula e o terraço? E a visita é gratuita.
Para fazer isso, contudo, é necessário agendar com algumas semanas de antecedência através do site oficial do Paralamento do Parlamento. Quem quiser ir além pode ainda participar de um tour guiado, que aprofunda a história de Berlim — mas atenção: ele acontece apenas em horários específicos.
Memorial do Holocausto

Foto: Getty Images
Também próximo ao Portão de Brandemburgo, mas no lado oposto ao Parlamento, está o Memorial aos Judeus Mortos da Europa. Inaugurado em 2005, o monumento é formado por 2.711 blocos de concreto de diferentes alturas, dispostos em linhas paralelas sobre um terreno levemente ondulado.
A proposta é que o visitante, ao caminhar entre os corredores estreitos, sinta desorientação e silêncio, em uma experiência que remete ao vazio e à perda deixados pelo Holocausto. Os blocos variam de poucos centímetros até quase cinco metros de altura, intensificando essa sensação.
O memorial é totalmente aberto, tem acesso gratuito e funciona 24 horas por dia. Pouca gente sabe, porém, que sob o campo de blocos existe um Centro de Informação subterrâneo.
Esse espaço, também gratuito, apresenta documentos, relatos pessoais, fotografias e cartas que retratam a perseguição aos judeus. Um dos pontos mais marcantes é a Sala dos Nomes, onde são projetados nomes e breves biografias de vítimas do Holocausto.
O centro funciona de terça a domingo, das 10h às 18h (fechado às segundas-feiras), com última entrada até 45 minutos antes do encerramento.
Topografia do Terror

Foto: Luis Alvaz via Wikimedia Commons
A algumas quadras do Memorial do Holocausto está a Topografia do Terror, uma combinação de museu e memorial com entrada gratuita.
Na área externa, é possível ver fotos dos nazistas condenados e as ruínas originais do prédio que abrigava a Gestapo, a polícia secreta do regime.
Já no interior, há uma vasta coleção de documentos, vídeos e áudios que explicam esse período e revelam as atrocidades cometidas durante um dos maiores genocídios da história.
Se você gosta de história, a minha dica é reservar cerca de duas horas para a visita. O acervo é extenso e, com pouco tempo, dificilmente será possível aproveitar tudo. O museu fica na Niederkirchnerstraße 8 e funciona diariamente, das 10h às 20h.
Alexanderplatz e Torre de TV

Foto: Getty Images
A Alexanderplatz é provavelmente a praça mais famosa de Berlim. Chegar até ela é super fácil, já que conta com uma estação de metrô, trem e bondes de mesmo nome, conectando praticamente toda a cidade.
Agitada e rodeada de prédios comerciais, a praça é também um dos principais pontos de encontro da capital. Ali você encontra lojas, restaurantes, shoppings e algumas atrações bem interessantes.
Entre os destaques está o Relógio Mundial (Weltzeituhr), um monumento instalado em 1969 que mostra, de forma simultânea, o horário de diversas cidades ao redor do mundo. Outro marco é a Fonte de Netuno, que originalmente ficava em frente ao Palácio Real de Berlim e hoje decora a praça.
Mas a grande estrela da Alexanderplatz é a Torre de TV (Berliner Fernsehturm), a construção mais alta da Alemanha. Erguida pelos soviéticos, ela oferece uma vista panorâmica de 360° da cidade e está entre as atrações mais visitadas do país.
Como é uma atração bastante popular, vale a pena reservar o ingresso com antecedência. A entrada custa a partir de € 27,50 por pessoa. Para quem quiser, há também um restaurante giratório no topo, que completa a experiência com uma refeição acompanhada pela vista.
Dica: a melhor hora para subir é no fim da tarde, quando é possível ver Berlim de dia, ao pôr do sol e à noite iluminada. Só não se esqueça de verificar a previsão do tempo para garantir boa visibilidade.
Ilha dos Museus

Foto: Getty Images
Além de todos os museus espalhados pela cidade, a Ilha dos Museus é um dos lugares mais visitados por quem procura o que fazer em Berlim. Ela recebe esse nome por ser literalmente uma ilha no Rio Spree que abriga, ao todo, cinco museus de grande relevância cultural e artística:
- Museu Antigo (Altes Museum): o mais antigo da ilha, inaugurado em 1830, reúne coleções da família real prussiana, além de artefatos da Grécia e Roma antigas. O prédio em estilo neoclássico já é uma atração por si só.
- Museu Novo (Neues Museum): abriga peças que vão da Pré-História ao Egito Antigo. Seu maior destaque é o famoso busto da rainha Nefertiti, uma das obras mais icônicas do museu.
- Galeria Nacional Antiga (Alte Nationalgalerie): apresenta uma coleção de arte que vai do Classicismo ao Modernismo, com obras de mestres como Monet, Renoir e Caspar David Friedrich.
- Museu Bode (Bode-Museum): com arquitetura em estilo barroco, é dedicado às artes bizantinas, esculturas e também possui uma das maiores coleções numismáticas do mundo.
- Museu Pergamon (Pergamonmuseum): o mais famoso da ilha, com peças monumentais da Antiguidade, como o Altar de Pérgamo e a Porta de Ishtar da Babilônia. Porém, atualmente está fechado para reformas, com reabertura parcial prevista para 2027.
O ingresso individual de cada museu custa em torno de €14, mas é possível comprar um ingresso combinado por €24, que dá acesso a todos os museus da ilha no mesmo dia.
Outra alternativa vantajosa é o Museum Pass Berlin, que custa cerca de €32 e garante acesso ilimitado a mais de 30 museus durante três dias consecutivos, incluindo os da Ilha dos Museus. Tanto os ingressos quanto os passes podem ser comprados online.
|
Dica: é importante verificar os horários de funcionamento, já que alguns museus fecham às segundas ou terças-feiras. |
Catedral de Berlim (Berliner Dom)

Foto: Getty Images
A Berliner Dom, ou Catedral de Berlim, é outra dica imperdível do que fazer na cidade, ainda mais porque está localizada ao lado da Ilha dos Museus. A imagem dela à beira do rio é linda, principalmente porque a sua arquitetura é encantadora.
Construída no final do século XIX como a principal igreja protestante da Alemanha, a catedral mistura elementos do estilo neobarroco e neorrenascentista. Apesar de ter sofrido sérios danos durante a Segunda Guerra Mundial, incluindo a destruição da cúpula original, ela foi restaurada e continua sendo um dos símbolos de Berlim.
O interior impressiona pela riqueza de detalhes, com vitrais, mosaicos, esculturas e um órgão gigantesco que é utilizado em concertos regulares.
A entrada custa cerca de €10 e é possível comprar os ingressos na bilheteria local. Se quiser vistas incríveis de Berlim, vale subir os 270 degraus até a plataforma da cúpula.
DDR Museum

Foto: Toffel via Wikimedia Commons
O DDR Museum é, na minha opinião, o mais dinâmico entre os museus de Berlim. Ele recria os antigos apartamentos em que os alemães viviam na Alemanha Oriental e traz detalhes incríveis. Você vê desde um carro utilizado na época até artigos de supermercado. A visita é totalmente interativa: você pode mexer em móveis, roupas e objetos originais da época.
Além da reprodução dos lares, o museu também apresenta exposições sobre temas como a vida sob vigilância da Stasi, o sistema educacional, a cultura popular e até mesmo o lazer na antiga República Democrática Alemã. A proposta é oferecer uma imersão no que era o dia a dia atrás da Cortina de Ferro.
Localizado às margens do Rio Spree, no lado oposto da Catedral de Berlim, o DDR Museum abre diariamente das 10h às 21h. O bilhete custa cerca €13,50 e pode ser comprado online.
East Side Gallery

Foto: Jeison Higuita via Unsplash
Turistas do mundo todo vão à capital alemã para conhecer o que restou de mais intacto do Muro de Berlim. Hoje, esse trecho foi transformado na East Side Gallery, uma galeria de arte a céu aberto que ocupa cerca de 1,3 km de extensão ao longo da Mühlenstraße, às margens do Rio Spree.
Logo após a queda do muro, em 1989, mais de 100 artistas de diferentes países deram uma nova vida à parede que antes dividia a cidade. O resultado é um dos maiores murais ao ar livre do mundo. A pintura mais famosa é o “Fraternal Kiss”, de Dmitri Vrubel, que mostra o beijo entre os líderes comunistas Leonid Brezhnev e Erich Honecker.
Visitar a East Side Gallery é uma experiência marcante, mas também bastante concorrida. Para quem quer uma foto no muro sem ninguém, a tarefa é quase impossível — a dica é chegar bem cedo, em dias de semana. A atração é gratuita e aberta 24h.
Dica: a estação de trem e metrô mais próxima é a Warschauer Straße, a poucos minutos de caminhada.
Memorial do Muro de Berlim (Bernauer Straße)

Foto: Getty Images
O Memorial do Muro de Berlim, localizado na Bernauer Straße, é uma das visitas mais impactantes para quem quer compreender a história da cidade. Totalmente gratuito, o espaço preserva trechos originais do muro, incluindo uma torre de vigilância e a chamada “faixa da morte”, área altamente controlada e repleta de obstáculos que dificultavam qualquer tentativa de fuga.
O memorial se estende por mais de 1,4 km e inclui também o Centro de Documentação, que apresenta fotos, vídeos e relatos de moradores que viveram a divisão da cidade, além de maquetes e registros oficiais.
Diferente da East Side Gallery, o memorial tem um clima mais sóbrio e reflexivo. Justamente por isso, é um dos pontos mais importantes para quem deseja compreender a dimensão real da separação de Berlim.
|
Importante: atualmente, o Centro de Documentação está fechado para reformas, ainda sem previsão de data para reabertura. |
Potsdamer Platz

Foto: Getty Images
Outro lugar que vale a pena colocar na lista do que fazer em Berlim, é a Potsdamer Platz.
A praça, que já foi uma das áreas mais movimentadas de Berlim, foi totalmente destruída durante a II Guerra Mundial e permaneceu como um grande vazio durante a Guerra Fria, já que o muro passava exatamente por ali. Com a reunificação da cidade em 1989, iniciou-se um processo de reconstrução, transformando o local em um dos maiores símbolos da Berlim moderna.
Hoje, a Potsdamer Platz impressiona pela arquitetura contemporânea, assinada por grandes nomes como Renzo Piano e Helmut Jahn. Entre seus destaques estão o Sony Center, com sua cobertura futurista iluminada à noite. Além disso, a praça abriga cinemas, teatros, centros de compras e uma variedade de restaurantes.
Na região também estão importantes espaços culturais, como a Filarmônica de Berlim e o Musical Theater am Potsdamer Platz. A poucos passos dali, fica ainda a Topografia do Terror e o Memorial do Holocausto, o que torna fácil incluir a Potsdamer Platz em um roteiro a pé.
Checkpoint Charlie

Foto: Getty Images
O Checkpoint Charlie é um dos pontos históricos mais conhecidos de Berlim. Durante a Guerra Fria, ele era o principal posto de controle entre Berlim Oriental e Ocidental, tornando-se um dos maiores símbolos da divisão da cidade.
No total, existiam três postos militares — Checkpoints Alpha, Bravo e Charlie — mas o mais famoso e o único preservado é o Checkpoint Charlie. Hoje, o local atrai turistas do mundo todo, que podem ver réplicas das cabines de guarda, placas históricas e painéis explicativos que recontam tentativas de fuga e tensões políticas.
Ao redor da área, há museus que ajudam a contextualizar a visita, como o Mauermuseum – Museum Haus am Checkpoint Charlie, que reúne documentos, fotos e histórias de pessoas que tentaram cruzar a fronteira.
Prater Biergarten

Foto: Getty Images
Entre as dicas de o que fazer em Berlim, não posso deixar de fora os famosos biergartens. Esses jardins de cerveja são espaços ao ar livre perfeitos para provar diferentes rótulos, reunir-se com os amigos e ainda acompanhar a bebida com pratos típicos alemães.
Dentre os muitos espalhados pela cidade, um dos mais agradáveis é o Prater Biergarten. Aberto desde 1837, ele é o mais antigo e tradicional de Berlim. Além de ficar em uma zona super charmosa e que vale a pena o passeio, tem um clima ótimo no verão. Mesmo se você não for fã de cerveja, o lugar encanta pelo clima descontraído.
O Prater Biergarten fica na Kastanienallee 7-9 e os horários variam conforme a estação: geralmente abre de abril a setembro, diariamente das 12h às 23:30h, fechando durante os meses de inverno.
Bairro Judeu

Foto: Getty Images
Um dos cantos mais charmosos de Berlim é a área conhecida como Bairro Judeu, dentro do distrito de Mitte. Essa região foi, por séculos, o centro da vida judaica na cidade. Apesar das marcas da guerra, ela renasceu nas últimas décadas e hoje abriga uma vida cultural intensa.
Entre os pontos de maior importância estão a Neue Synagoge, na Oranienburger Straße, e o Antigo Cemitério Judaico (Alter Jüdischer Friedhof), na Große Hamburger Straße, onde hoje há memoriais às vítimas da perseguição nazista.
Outro local imperdível é a Oficina de Otto Weidt, transformada em museu, que homenageia o empresário alemão que protegeu funcionários judeus durante a Segunda Guerra.
O coração dessa área é a Hackescher Markt, que além de concentrar diversos bares e restaurantes, recebe um mercado de rua às quintas e sábados, com produtos locais, artesanato e comidas típicas.
Logo ao lado ficam os famosos Hackesche Höfe, um conjunto de pátios interligados com arquitetura charmosa, onde você encontrará lojinhas, cafés e espaços culturais.
Tiergarten

Foto: Getty Images
O Großer Tiergarten é o maior parque urbano de Berlim e uma ótima opção para fazer uma pausa durante a sua andança pela cidade. Com caminhos largos, lagos e áreas arborizadas, é perfeito para caminhar, pedalar, fazer piqueniques ou simplesmente relaxar em meio ao verde.
Além disso, ele abriga monumentos importantes, como o Siegessäule, a Coluna da Vitória, que oferece uma vista panorâmica de Berlim para quem sobe até o topo.
COMO SE LOCOMOVER EM BERLIM?

Foto: Getty Images
Muitas das atrações de Berlim são acessíveis a pé, principalmente se o seu hotel estiver em uma posição central. Ainda assim, a cidade é grande e é quase inevitável utilizar o transporte público em algum momento.
A boa notícia é que Berlim conta com um sistema de transporte público integrado e eficiente, que inclui metrô (U-Bahn), trens urbanos (S-Bahn), bondes (tram) e ônibus. Com um único bilhete, você pode usar qualquer um desses meios, o que torna os deslocamentos simples e rápidos.
O valor dos bilhetes depende das zonas tarifárias percorridas, que são três: a zona A, que corresponde à área central e concentra as principais atrações; a zona B, que cobre os arredores até os limites da cidade; e a zona C, que inclui localidades próximas, como Potsdam e o Aeroporto de Berlim-Brandemburgo.
Os bilhetes têm validade de 120 minutos e custam a partir de €3,80 (zona AB). Eles podem ser comprados em máquinas nas estações, dentro dos ônibus ou pelo aplicativo BVG Ticket-App.
Além dos bilhetes unitários, há opções de passes diários, semanais e cartões turísticos, que podem ser vantajosos dependendo do roteiro.
Se você quiser entender melhor como cada uma dessas alternativas funciona, confira também nosso guia completo sobre o transporte público de Berlim, onde explicamos em detalhes tudo o que você precisa para circular pela cidade.
POR QUE VISITAR BERLIM?
Você ainda se pergunta por que visitar essa cidade? Talvez tenha entendido melhor após essas dicas do que fazer em Berlim, mas há muito mais para descobrir.
A capital é dividida em várias zonas e todas elas têm as suas particularidades que você notará bem. Por isso, o melhor é separar uma parte do dia para cada região. Como é uma cidade grande, isso vai te ajudar a otimizar o seu tempo e escolher bem o que fazer em Berlim!




