O transporte público em Londres, sem dúvida, é uma mão na roda para o turista. Ele encurta as distâncias dessa cidade tão grande e, assim, torna a vida de quem quer explorar o destino muito mais fácil.
Outra facilidade é poder pagar as passagens com cartões de débito ou crédito por aproximação, sem precisar de recargas ou gastos extras com o cartão de transporte.
Porém, por mais que não existam grandes mistérios por trás do uso do transporte público de Londres, o sistema tarifário pode parecer confuso no início. Por isso, reunimos neste artigo uma série de informações importantes que vão te ajudar a usar o metrô, o ônibus e o trem londrino. Confira a seguir!
O SISTEMA DE TRANSPORTE PÚBLICO EM LONDRES
A rede de transporte público de Londres é composta, substancialmente, pelo metrô, ônibus e trens.
O metrô, sem dúvida, é o mais utilizado. Ele é rápido, eficiente e cobre os principais pontos turísticos da cidade.
Já o ônibus tem a vantagem de ser um pouco mais econômico do que o metrô, além de garantir um praticamente um passeio turístico durante o percurso. Mas, com o caótico trânsito londrino, ele tende a ser a opção mais demorada para percorrer longas distâncias.
Por fim, o trem entra como uma opção prática e rápida para os deslocamentos intermunicipais, já que seu principal papel é conectar Londres a outras cidades e regiões. Por isso, ele ganha como melhor alternativa para as viagens de bate e volta, por exemplo.
Já os métodos de pagamento entram num tópico que gera confusão. Afinal, existe o cartão de transporte londrino, chamado de Oyster; os cartões de débito/crédito contactless; e, ainda, os travelcards, que podem ser impressos ou carregados no Oyster.
Vale mencionar que crianças de até 11 anos não pagam pelo transporte público em Londres.
Abaixo, falaremos com mais detalhes sobre cada um desses meios de transporte, com valores e dicas para utilização, bem como sobre os métodos de pagamento disponíveis.
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Metrô de Londres

Foto: Felix Hanspach via Unsplash
Chamado pelos londrinos de Tube ou Underground, o metrô de Londres tem mais de 150 anos de história, sendo o maior da Europa e o mais antigo do mundo!
Ele é composto por 11 linhas que percorrem 9 zonas tarifárias, anéis que subdividem a cidade e determinam o valor final da passagem.
Outro fator que interfere no preço final do seu bilhete é o horário. Isso porque os deslocamentos nos horários de pico são mais caros.
Em resumo, o valor da viagem depende do horário e do número de zonas percorridas durante o trajeto.
Linhas e zonas tarifárias
Os principais pontos turísticos da cidade estão nas Zonas 1 e 2, assim como as zonas hoteleiras. Portanto, dificilmente você as ultrapassará durante os dias de passeio. Já o Aeroporto de Heathrow, o principal de Londres, fica na Zona 6.
As 11 linhas do metrô recebem nomes em vez de seguir uma ordem numérica e são identificadas por cores, o que simplifica a memorização:
- Central: vermelha;
- Bakerloo: marrom;
- Circle: amarela;
- District: verde;
- Jubilee: cinza;
- Hammersmith & City: rosa;
- Metropolitan: magenta;
- Northern: preta;
- Piccadilly: azul escura;
- Victoria: azul clara;
- Waterloo & City: turquesa.
Abaixo, você confere todas as linhas e zonas tarifárias do metrô. Você também pode visualizar o mapa aproximado e em melhor qualidade aqui ou nas versões impressas expostas nas estações de metrô.
Horários de pico (peak e off-peak)
O preço da tarifa de metrô sobe caso você utilize o transporte nos horários de pico (peak), da mesma forma que fora deles (off-peak), a tarifa fica mais baixa.
Por isso, é interessante saber quais são esses horários:
- Peak: de segunda a sexta, das 6:30h às 9:30h e das 16h às 19h (exceto em feriados).
- Off-peak: aos sábados, domingos e feriados, e de segunda a sexta das 9:31h às 15:59h e das 19:01h às 6:29h.
Preço por percurso
O valor final da viagem no metrô sempre levará em conta a combinação desses dois fatores: o número de zonas percorridas e o dia / horário da viagem.
No site oficial do transporte público de Londres você pode simular as rotas e descobrir o valor para o trajeto desejado.
A título exemplificativo, simulamos algumas hipóteses tarifárias considerando deslocamentos entre as Zonas 1 e 2, que são as mais utilizadas pelos turistas:
- Zona 1 em horário de pico: £2,90
- Zona 1 fora de horário de pico: £2,80
- Zonas 1-2 em horário de pico: £3,50
- Zonas 1-2 fora de horário de pico: £2,90
O cômputo do horário e das zonas percorridas é realizado através da aproximação do cartão de transporte ou do cartão de débito/crédito nas catracas durante a entrada e saída do metrô.
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Importante: os valores de tarifa que citamos acima são para quem paga com Oyster Card ou cartão contactless (débito ou crédito internacional com pagamento por aproximação). Se você optar por comprar um bilhete avulso nas máquinas, o preço será £7. |
Teto tarifário diário (daily cap)
Uma característica interessante do metrô de Londres é que, embora cada viagem tenha um valor individual, existe um limite máximo que você pode pagar por dia — o chamado daily cap.
Esse teto diário considera todos os deslocamentos feitos com transporte público (metrô e ônibus) entre 4h30 da manhã e 4h29 do dia seguinte. Ou seja, a partir do momento em que você começa a usar o sistema, os valores vão se acumulando até atingir esse limite, e, depois disso, você não paga mais nada naquele mesmo dia.
Esse teto varia de acordo com as zonas percorridas:
- Zona 1: £8.90
- Zonas 1-2: £8.90
- Zonas 1-3: £10.50
- Zonas 1-4: £12.80
- Zonas 1-5: £15.30
- Zonas 1-6: £16.30
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Importante: para que o daily cap funcione corretamente, você precisa usar sempre o mesmo cartão em todos os seus deslocamentos do dia. Isso vale tanto para quem usa o Oyster quanto para quem paga com cartão bancário por aproximação. No caso de cartões bancários, atenção redobrada: não alterne entre a versão física e a digital (no celular ou smartwatch). O sistema reconhece cada um como um meio de pagamento diferente e, por isso, não consegue somar os valores nem aplicar o teto diário. |
Teto tarifário semanal (weekly cap)
Assim como existe o limite máximo diário de cobrança pelo uso do metrô, também existe o limite máximo semanal, o weekly cap.
Novamente, você deve usar o mesmo cartão para que o sistema identifique quando você atingir esse teto semanal.
Um ponto importante: o weekly cap sempre considera o período de segunda a domingo, independentemente do dia em que você começou a usar o transporte.
Já o teto, novamente, varia de acordo com as zonas percorridas:
- Zona 1: £44.70
- Zonas 1-2: £44.70
- Zonas 1-3: £52.50
- Zonas 1-4: £64.20
- Zonas 1-5: £76.40
- Zonas 1-6: £81.60
Horário de funcionamento do metrô
O metrô de Londres, em geral, opera das 5h à meia-noite de segunda a sábado (considerando a última partida do dia) e das 7h às 23h aos domingos.
No entanto, às sextas e sábados, as linhas Central, Victoria, Jubilee, Northern (parcialmente) e Piccadilly contam com o serviço noturno e funcionam 24 horas, com intervalos maiores entre os trens.
Atenção às linhas e plataformas
Uma das armadilhas do metrô de Londres para quem está usando o sistema pela primeira vez é achar que basta saber o nome da linha para chegar ao destino certo.
Mas atenção: algumas plataformas recebem trens de mais de uma linha, e mesmo dentro da mesma linha, há bifurcações os trens podem seguir para lugares diferentes.
Um bom exemplo é a linha District (verde), que se divide em vários ramais, cada um com um destino diferente. Ou seja, mesmo que você esteja na estação e veja o trem da linha District chegando, verifique o destino final daquela linha – ele aparece nos painéis eletrônicos da plataforma e na frente do trem.
Para te ajudar, aqui vão algumas dicas práticas para usar o metrô de Londres:
- Use apps como Google Maps, CityMapper ou Moovit para planejar as suas rotas. Eles mostram a linha, o destino final daquela linha e a estação que você deverá desembarcar. Preste atenção no destino final indicado na frente do trem e nos painéis da estação.
- Ao embarcar no metrô, você perceberá que dentro dos vagões há mapas com os ramais e próximas paradas, o que ajuda a acompanhar a rota e saber se você está indo na direção certa.
- Errou o trem? Acontece! Desça na próxima estação, confira o painel e pegue outro trem na direção correta.
Ônibus em Londres

Foto: Michal Collection
Os icônicos ônibus vermelhos de dois andares, chamados de Double Decker, são outra alternativa de transporte público em Londres.
É fato que para trajetos mais longos, entre bairros, o metrô será mais ágil. Mas para percursos curtos, pode ser que o ônibus seja a melhor opção. Além disso, o visual icônico desses ônibus e a vista panorâmica dos assentos do andar superior garantem um passeio quase turístico durante os trajetos.
Preço
Além de serem mais baratos que o metrô, os ônibus têm um sistema tarifário bem simples: a passagem custa £1,75, com valor fixo, independentemente da distância percorrida, das zonas ou do horário.
Teto diário
Assim como acontece com o metrô de Londres, quem usa o ônibus com frequência também se beneficia do teto diário.
O daily cap, caso você use apenas o ônibus para se deslocar, é de £5,25. Isso significa que, a partir do quarto ônibus do dia, você não pagará mais pela passagem.
Teto semanal
O teto semanal, ou weekly cap, também se aplica para o uso exclusivo dos ônibus. Nesse caso, o valor é de £24,70.
Novamente, a semana é contabilizada de segunda a domingo.
Horário de funcionamento dos ônibus
O horário de funcionamento das linhas regulares de ônibus é o mesmo do metrô, das 5h às 00h nos dias de semana e das 7h às 23h aos finais de semana.
No entanto, existem também algumas linhas que funcionam 24h. Elas são identificadas com a letra N (de ‘night’) na frente do número.
Planejamento das rotas
Para planejar as melhores rotas de ônibus, a tecnologia será mais uma vez a sua melhor amiga.
Os aplicativos Google Maps, CityMapper e Moovit são as nossas recomendações na cidade.
Dica para utilizar os ônibus de Londres
Uma dica importante sobre os ônibus de Londres é que não existe cobrador nos veículos. Por isso, você deve pagar sua passagem com cartão bancário por aproximação ou com seu Oyster.
Ao embarcar, você verá uma máquina para aproximar seu cartão e fazer o pagamento. Diferente do metrô, você apenas o encostará uma vez, ao entrar.
Trens em Londres

Estação King’s Cross | Foto: Anutrs Images
As viagens de bate e volta a partir de Londres, na maioria das vezes, são feitas de trem, o meio de transporte público que melhor conecta a capital britânica às cidades vizinhas.
Mas, diferente de outros destinos europeus, o serviço ferroviário em Londres não é operado por uma empresa estatal. Desde os anos 1990, a malha ferroviária é administrada por diversas empresas privadas. Isso significa que não há uma única operadora responsável por todas as rotas e, por isso, os bilhetes variam conforme a empresa.
A forma mais prática de consultar todos os trajetos disponíveis, verificar horários, conferir tarifas e comprar suas passagens é acessando o site oficial da National Rail, que reúne todas essas informações em um só lugar.
Na hora de planejar sua viagem, preste atenção à estação de onde parte o seu trem. Londres tem várias estações ferroviárias espalhadas pela cidade, e cada linha pode sair de um terminal diferente.
Uma das mais importantes e centrais é a estação King’s Cross, que, além de muito bem conectada, abriga um dos pontos turísticos mais famosos entre os fãs de Harry Potter: a emblemática plataforma 9 ¾.
COMO PAGAR O TRANSPORTE PÚBLICO EM LONDRES
O sistema de transporte público de Londres é integrado, o que significa que você pode utilizar os mesmos meios de pagamento tanto no metrô quanto nos ônibus.
Durante muito tempo, a forma mais comum de pagar pelas passagens era com o Oyster card, um cartão de transporte pré-pago.
No entanto, nos últimos anos, o uso do cartão de transporte deixou de ser a opção mais vantajosa, especialmente para os turistas. Isso porque cartões de débito/crédito por aproximação passaram a ser aceitos diretamente nas catracas do metrô e nos validadores dos ônibus.
E quanto aos bilhetes de papel? Eles ainda estão disponíveis e funcionam no metrô (não nos ônibus), mas o uso é desencorajado. Apesar de não terem sido descontinuados (ainda), esses bilhetes custam significativamente mais caro — geralmente mais do que o dobro do valor pago com Oyster ou contactless.
A seguir, explicamos como funciona cada uma das opções de pagamento:
Cartão de débito ou crédito por aproximação

Foto: (c) Transport for London
Basta aproximar seu cartão de débito ou crédito com a função contactless habilitada para passar pelas catracas do metrô ou pelos validadores dos ônibus em Londres. Isso vale também para cartões adicionados à carteira digital do celular ou do smartwatch.
Um ponto importante é que, para aproveitar os tetos diários e semanais (como explicamos acima), você precisa usar sempre o mesmo cartão em todas as viagens. Isso inclui manter a consistência entre a versão física ou a digital — ou seja, não alterne entre elas, pois o sistema entende como pagamentos distintos.
Outro detalhe é que não é permitido usar o mesmo cartão para mais de uma pessoa. Cada passageiro deve ter seu próprio meio de pagamento.
Qualquer cartão com função internacional e tecnologia por aproximação deve funcionar normalmente nos transportes de Londres. Isso inclui cartões de crédito ou débito emitidos no Brasil, desde que sejam internacionais, além de cartões multimoedas, como os da Wise, Nomad, C6 Global, entre outros.
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Dica: dentre os cartões que simulamos, o da Wise é atualmente o que leva mais vantagem na conversão de reais para libras esterlinas. |
Cartão Oyster

Foto: (c) Transport for London
O Oyster é um cartão recarregável usado para pagar o transporte público em Londres. Ele é individual e pode ser adquirido em máquinas de autoatendimento do metrô por £7. Antigamente, esse valor era reembolsado ao devolver o cartão, mas isso não é mais possível.
Você pode carregar créditos no Oyster nas mesmas máquinas e usá-lo de duas maneiras: no modo pay as you go, em que o valor de cada viagem é debitado do saldo, ou por meio do carregamento de Travelcards, que funcionam como passes ilimitados por período.
Porém, com a popularização dos cartões de crédito e débito com pagamento por aproximação, o uso do Oyster deixou de ser a opção mais vantajosa para a maioria dos turistas, já que os cartões contactless oferecem a mesma praticidade e ainda evitam o custo adicional do cartão físico.
Travelcards

Foto: (c) Transport for London
Os Travelcards são passes que oferecem viagens ilimitadas dentro das zonas e do período escolhidos, sendo mais voltados para quem pretende utilizar o transporte público com frequência durante a estadia.
Contudo, apesar de parecerem vantajosos à primeira vista, na prática eles não compensam para a maioria dos viajantes. Isso porque seus preços são altos, e o uso do cartão contactless ou do Oyster no modo avulso, com os tetos diários e semanais, costuma sair mais barato — especialmente para quem fica concentrado na zona central da cidade.
De todo modo, essa análise deve ser feita caso a caso. Abaixo, exploramos melhor a abrangência, valores e outros detalhes dos Travelcards.
Abrangência
Os Travelcards podem ser diários, semanais, mensais ou anuais. Você escolhe as zonas pelas quais pretende circular e, no caso do passe diário, também o horário de validade (off-peak ou qualquer horário).
Durante o período de validade, o passe permite uso ilimitado do metrô, ônibus, bondes elétricos (no sul de Londres), DLR (no leste), London Overground e trens suburbanos (National Rail), conforme as zonas escolhidas.
Validade
O Travelcard passa a valer a partir da sua ativação, que pode acontecer em qualquer dia da semana, até o final do dia do período selecionado.
No caso dos passes diários, é necessário escolher entre as opções off-peak (fora do horário de pico) ou peak (válido para qualquer horário). Muitas vezes o preço é o mesmo, mas a escolha define os horários em que você poderá viajar.
Preços dos travelcards
Os preços dos travelcards diários e semanais, que são os que servem melhor aos turistas, seguem a seguinte tabela:
| Zonas | Diário (peak) | Diário (off-peak) | Semanal (7 dias) |
| Zonas 1-2 | £16.60 | £16.60 | £44.70 |
| Zonas 1-3 | £16.60 | £16.60 | £52.50 |
| Zonas 1-4 | £16.60 | £16.60 | £64.20 |
| Zonas 1-5 | £23.60 | £16.60 | £76.40 |
| Zonas 1-6 | £23.60 | £16.60 | £81.60 |
Onde e como comprar o travelcard
Os travelcards diários são emitidos como bilhetes impressos e vendidos nas máquinas do metrô, estações de trem e também nos Centros de Informações Turísticas.
Já os travelcards semanais, mensais e anuais precisam ser carregados em um Oyster (ou seja, ainda há o custo de £7 pelo cartão). Eles podem ser adquiridos nas máquinas das estações, em Centros de Informações Turísticas ou pelo app da Oyster para quem já possui o cartão.
Bilhetes avulsos de papel
Os bilhetes de papel ainda são aceitos no metrô de Londres, mas seu uso é cada vez mais raro e desencorajado pelo sistema de transportes londrino.
Embora possam ser comprados nas máquinas de autoatendimento das estações, eles são a forma mais cara de pagar pela viagem — chegando a custar mais que o dobro das tarifas cobradas via Oyster ou cartão contactless.
Além disso, esses bilhetes funcionam apenas para viagens individuais e não oferecem vantagens como os tetos tarifários diários e semanais.
Por fim, os bilhetes de papel não são válidos nos ônibus de Londres, que só aceitam pagamentos por cartão (contactless ou Oyster). Portanto, mesmo que você compre um bilhete impresso para o metrô, ainda precisará de outro meio de pagamento para usar os ônibus da cidade.
DEFININDO O MELHOR TRANSPORTE PÚBLICO EM LONDRES
Uma vez em Londres, pode ter certeza, você usará o transporte público.
O metrô será seu grande aliado, ainda mais para percursos longos. Já o ônibus pode ter vantagens para trajetos menores, uma vez que ele custa menos que o metrô e garante um breve sightseeing.
Por fim, você usará o trem pontualmente, principalmente se programar um bate e volta no seu roteiro de viagem.
Para usar o transporte público sem erro, baixe o aplicativo simulador de rotas de preferência no seu celular e, caso você não tenha um plano de dados, use o Wi-Fi do hotel ou restaurante para planejar os trajetos previamente. Vale também pode baixar o mapa de Londres no Google Maps para uso offline, assim ao menos terá acesso ao GPS mesmo sem conexão à internet.
Por fim, quando o assunto é pagamento, tenha em mãos um cartão de crédito ou débito liberado para pagamentos por aproximação e use-o para pagar suas passagens. Esse é atualmente o método mais prático e, na grande maioria das vezes, o mais econômico.
A outra alternativa é adquirir um Oyster, que no entanto só acaba fazendo sentido para quem pretende usar o travelcard semanal. Ainda assim, vale avaliar se os benefícios desse passe serão de fato vantajosos para a sua viagem.
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